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O ministério pastoral tem enfrentado desafios cada vez mais profundos no campo emocional e psicológico. Dados alarmantes sobre o estado emocional dos pastores reforçam a urgência desse tema: 56% dos líderes religiosos sofrem com depressão, 65% se sentem solitários e isolados, e um em cada três pastores corre risco de esgotamento emocional.

Ainda mais preocupante é o impacto do burnout no ministério pastoral. Apenas 24% dos líderes afirmam não conhecer nenhum colega afetado pelo esgotamento, enquanto três em cada quatro pastores relatam conhecer ao menos um colega cujo ministério foi interrompido por causa do burnout, índice que chega a 76%. Esses números revelam uma realidade silenciosa, porém devastadora, dentro do contexto ministerial.

A CEADES reconhece que a pressão constante, a sobrecarga de responsabilidades, a solidão ministerial e a ausência de cuidado pessoal têm contribuído para o aumento da ansiedade, da angústia e da depressão entre os pastores. Diante desse cenário, a Convenção reforça a importância do autocuidado pastoral como princípio essencial para a preservação da saúde física, emocional e espiritual do ministro.

Cuidar de si não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria. Buscar descanso, apoio fraterno, acompanhamento pastoral e, quando necessário, ajuda profissional, é uma atitude responsável e bíblica. Um pastor saudável consegue exercer seu chamado com equilíbrio, longevidade e excelência.

A CEADES reafirma seu compromisso em orientar, apoiar e conscientizar os ministros sobre a necessidade de preservar sua saúde integral, entendendo que pastores saudáveis constroem ministérios fortes e igrejas espiritualmente saudáveis.

Cuidar do pastor é cuidar do ministério.
Preservar a saúde é preservar o chamado.

Comunicação CEADES.

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